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Mana Vai é bicampeã e Max Itso vence a 9ª etapa.

há 3 horas
4 min de leitura

A Liga Gaúcha de Pauper chega ao fim de sua fase regular com emoções à altura de uma temporada histórica


A 9ª e última etapa regular da Liga Gaúcha de Pauper 2026 foi palco de momentos eletrizantes neste fim de semana, encerrando a temporada regular e definindo todos os classificados para as grandes finais de jogadores. Com a Nerdz Cards como palco das decisões finais no próximo dia 29 de novembro, a liga agora conhece seus 32 finalistas — 16 de cada série — que disputarão o título máximo.



Max Itso supera Estevão Machado em final eletrizante

A grande final da etapa colocou frente a frente Max Itso, pilotando Dimir Terror, e Estevão Machado, com Bogles. O confronto foi digno de uma decisão de temporada: Machado abriu vantagem e chegou a ficar a uma partida do título, mas Itso protagonizou uma virada impressionante, vencendo por 2x1 e garantindo o título da 9ª etapa.

O resultado tem um sabor especial para Itso, que já está confirmado como futuro jogador do Gorilla Chef — equipe que ganha reforço de peso para as próximas temporadas. A vitória também coroa uma campanha consistente do jogador de Dimir Terror ao longo do ano.


Mana Vai é bicampeã da Liga Gaúcha de Pauper

Na disputa por equipes, o Mana Vai mostrou por que entrou na temporada com toda a seriedade e foco necessários: a equipe garantiu o título de bicampeã da Liga Gaúcha de Pauper, repetindo o feito de 2023. O desempenho consistente ao longo das nove etapas colocou o time no topo da classificação geral.

O pódio da temporada ainda teve Mulligans Alpha em segundo e Rêmora Mística em terceiro — empatados em pontos, mas com os Mulligans levando a melhor por uma diferença mínima de 0,17% no critério de desempate. Esse critério considera o OWM médio (Opponent Win Match) da equipe, somando as três stages e dividindo por três.


"Bicampeão tem um gosto diferente, mas a fome é a mesma" — Wagner Waszak, capitão do Mana Vai

Bicampeão da Liga Gaúcha de Pauper por equipes (2023 e 2026)


Repetir um título é sempre mais difícil do que conquistar o primeiro. Em 2023, a gente chegou com aquela energia de quem quer provar algo. Em 2026, a gente chegou com a responsabilidade de quem já provou e precisava mostrar que não foi acaso. E é por isso que esse bicampeonato tem um gosto tão especial.
Eu falei para o time no começo da temporada: 'vamos entrar com toda a seriedade e foco que precisamos'. E foi exatamente isso que aconteceu. Cada decisão de lista era discutida com cuidado. A gente sabia que a diferença para o Mulligans ou Rêmora podia ser mínima — e foi. Aquele 0,17% no desempate mostra o quanto a temporada foi disputada e o quanto cada detalhe contou.
Vale lembrar que a gente bateu na trave em duas oportunidades. Duas vezes chegamos perto e o título escapou. Mas o Mana Vai nunca baixou a cabeça: continuamos lutando, ajustando, treinando e acreditando. E o resultado veio. Esse bicampeonato é a prova de que persistência compensa — e de que o time que não desiste acaba encontrando o caminho.
Ser bicampeão é a prova de que o Mana Vai não é um time de uma temporada só. É uma equipe que se mantém no topo porque trabalha para isso. Mas a gente também sabe que o título por equipes é uma coisa e as finais individuais são outra. Agora é torcer pelos nossos classificados e, claro, continuar com essa seriedade toda para o que vem pela frente. A fome é a mesma — talvez até maior.


Team ZO domina a Série 1

Na Série 1, o Team ZO "nadou de braçadas largas" e garantiu o título da temporada regular com autoridade. O top 3 da série foi completado por Mulligans Omega e Anunnaki Grey, que também fizeram campanhas sólidas e chegam às finais com moral.

"A gente nadou de braçadas largas, mas o trabalho não acabou" — Uris Serafim, capitão do Team ZO

Campeão da Série 1 da Liga Gaúcha de Pauper 2026


Quando a gente montou o Team ZO para esta temporada, sabia que tinha potencial. Mas potencial não ganha partida — foco, preparação e entrosamento ganham. E foi isso que a gente viu ao longo dessas nove etapas: um time que cresceu junto, que aprendeu a lidar com a pressão e que, quando precisou, apareceu.
O título da Série 1 é a coroação de um trabalho sério. A gente 'nadou de braçadas largas', como todo mundo viu, mas por trás disso tem muita análise de metagame, muito teste de lista, muita conversa sobre sideboard. Não foi sorte — foi consistência.

Os 16 classificados de cada série

Com o fim da 9ª etapa, estão definidos os 16 jogadores classificados para as finais de cada série. As grandes finais acontecem no dia 29 de novembro, na Nerdz Cards.

Série Central Acessórios

  1. Bruno Romero

  2. Cleon Lemos

  3. Daniel Krug

  4. Dieison Fabretti

  5. Gabriel Rocha

  6. Hector Wesendonk

  7. Jerônimo Pereira

  8. João Rovani

  9. Júlio Diniz

  10. Marcelo Costa

  11. Marcelo Thiesen

  12. Mateus Sadosiuk

  13. Rafael Jesus

  14. Raoni Ochoa

  15. Vitor Carriao

  16. Walter Perez


Série 1

  1. Alex Primo

  2. Alexandre Figueiredo

  3. André Pontin

  4. Felipe Ancinello

  5. Felipe Braga

  6. Guilherme Barcellos

  7. Guilherme Furjan

  8. Gustavo Cramer

  9. Leonardo Dubal

  10. Luan Pizzio

  11. Mariana Atti

  12. Maycon Cruz

  13. Patrick Luz

  14. Raul Moreira

  15. Thomas Cortinaz Silveira

  16. Wagner Iankowski


O que esperar das finais

Com 32 jogadores classificados e duas séries em disputa, as finais de 29 de novembro prometem ser o ponto culminante de uma temporada marcada por rivalidades intensas, viradas emocionantes e equipes em busca de glória. O Mana Vai chega como bicampeão por equipes, mas nas finais individuais a história é outra. Os classificados de ambas as séries prometem disputas acirradas pelo título de campeão da Liga Gaúcha de Pauper 2026.


A Nerdz Cards será o palco das decisões. Que venham as finais.

 
 
 

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